Todos aqueles que conduzem já tiveram assustadoras experiências protagonizadas por geriátricos condutores que insistem em crer que estão na posse de todas as faculdades necessárias a não se ser um assassino do asfalto. O mau condutor idoso (acredito que também haja bons condutores idosos. Já agora, se conhecerem algum digam) é, em termos genéricos, igual ao jovem condutor embriagado que não consegue encontrar o acelerador.
Mas não é a auto-imposta restrição de velocidade que reduz o potencial destruidor do condutor de avançada idade. Muitas vezes é o facto de se achar por direito próprio acima de algumas leis (as da física) que conduz à desgraça.
Deixo-vos com um video de uma manobra de inversão de marcha feita no limite que me parece ilustrar perfeitamente o problema.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
Viva La France
Numa recente viagem de trabalho deparei-me com isto nas instalações de um Instituto Francês:

E cheguei à conclusão de que é por coisas destas que a França é um país desenvolvido e Portugal... não.
Pausas para ir à casa de banho no horário de trabalho? Sim senhor, mas há que aproveitar e confirmar a nota de encomenda com o cliente ou inquirir um fornecedor sobre um prazo de entrega.
Não consegui confirmar mas aposto que os posts-its lá do sítio têm folha dupla.

E cheguei à conclusão de que é por coisas destas que a França é um país desenvolvido e Portugal... não.
Pausas para ir à casa de banho no horário de trabalho? Sim senhor, mas há que aproveitar e confirmar a nota de encomenda com o cliente ou inquirir um fornecedor sobre um prazo de entrega.
Não consegui confirmar mas aposto que os posts-its lá do sítio têm folha dupla.
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CTT na vanguarda
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Acessoria de imprensa ao mais alto nível
É difícil de acreditar que esta situação tenha acontecido por acaso.
A ex-candidata vice-precidencial dos EUA dá uma entrevista em tom muito leve e sereno sobre o voltar à vida de governadora do estado do Alasca. Entretanto, em segundo plano, um trabalhador da terra chacina um perú !
O sonho americano acabou para o perú e para a Palin.
A ex-candidata vice-precidencial dos EUA dá uma entrevista em tom muito leve e sereno sobre o voltar à vida de governadora do estado do Alasca. Entretanto, em segundo plano, um trabalhador da terra chacina um perú !
O sonho americano acabou para o perú e para a Palin.
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querias ser vice nao querias ?,
Sarah
Prendas de Natal
Chegámos à "tal" altura do ano...
E quando me refiro "a tal altura do ano" digo-o exactamente com a mesma entoação com que digo a "tal altura do mês". É que estes dois meses estão para o ano tal e qual como os "tais" cinco dias estão para um mês. Em mais do que um sentido. Os mais astutos já terão concerteza reparado que o rácio temporal que estes dois meses ocupam num ano são exactamente o mesmo que os cinco dias ocupam num mês. 16.7 %. Coicidência ? Duvido.
Mas chegado este período (...) a minha atitude é esperar que passe o mais depressa possível e tentar ao menos tirar alguns dividendos. Pode parecer confusa esta frase mas refiro-me às prendas. Ou melhor: presentes, que é mais chique. A única chatice é o necessário jogo da reciprocidade em que temos que contribuir com algo para a causa. Antecipando esse problema tenho já a maioria dos presentes escolhidos e resolvi partilhar algumas dessas escolhas.
Presente para amigas solteiras:

Um querido e fôfo patinho para o banho... Com um ligeiro melhoramento que lhe confere o nome "THE LUV DUCK": possui um potente motor vibratório à prova de água. Marca o fim do reinado do "massajador facial"
Presente para quem já tem tudo:

Uma embalagem de... nada ! Serve para dois tipos de pessoa: As que genuinamente já têm tudo e as que gostam de dar o discurso de samaritano "Ah eu não quero nada" Brilhante. Já encomendei 4 !
Presente para quem gosta de exercitar o cérebro mesmo em alturas difíceis:

Presumo que este venha ser um bestseller.
Presente "Chá no deserto":

Para quem gosta do chá forte. Permite ocultar a identidade do chá.
Presente para ciosos da sua bebida:

Estas formas para gelo vão garantir que ninguem babe do seu copo "por engano". Genial.
Todos estes produtos e muitos outros estão disponíveis em
http://www.iwantoneofthose.com e infelizmente não tenho qualquer comissão.
E quando me refiro "a tal altura do ano" digo-o exactamente com a mesma entoação com que digo a "tal altura do mês". É que estes dois meses estão para o ano tal e qual como os "tais" cinco dias estão para um mês. Em mais do que um sentido. Os mais astutos já terão concerteza reparado que o rácio temporal que estes dois meses ocupam num ano são exactamente o mesmo que os cinco dias ocupam num mês. 16.7 %. Coicidência ? Duvido.
Mas chegado este período (...) a minha atitude é esperar que passe o mais depressa possível e tentar ao menos tirar alguns dividendos. Pode parecer confusa esta frase mas refiro-me às prendas. Ou melhor: presentes, que é mais chique. A única chatice é o necessário jogo da reciprocidade em que temos que contribuir com algo para a causa. Antecipando esse problema tenho já a maioria dos presentes escolhidos e resolvi partilhar algumas dessas escolhas.
Presente para amigas solteiras:
Um querido e fôfo patinho para o banho... Com um ligeiro melhoramento que lhe confere o nome "THE LUV DUCK": possui um potente motor vibratório à prova de água. Marca o fim do reinado do "massajador facial"
Presente para quem já tem tudo:
Uma embalagem de... nada ! Serve para dois tipos de pessoa: As que genuinamente já têm tudo e as que gostam de dar o discurso de samaritano "Ah eu não quero nada" Brilhante. Já encomendei 4 !
Presente para quem gosta de exercitar o cérebro mesmo em alturas difíceis:
Presumo que este venha ser um bestseller.
Presente "Chá no deserto":
Para quem gosta do chá forte. Permite ocultar a identidade do chá.
Presente para ciosos da sua bebida:
Estas formas para gelo vão garantir que ninguem babe do seu copo "por engano". Genial.
Todos estes produtos e muitos outros estão disponíveis em
http://www.iwantoneofthose.com e infelizmente não tenho qualquer comissão.
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
A idade dos porquês
A minha filha está a passar por aquela fase em que está a "arrumar" na cabeça as palavras juntamente com o seu significado. E sta é uma excelente altura para viajar com ela de autocarro em Lisboa.
No outro dia estávamos os dois sentados no autocarro durante o trajecto escola-casa quando a certa altura entrou uma senhora vestida para os rigores do inverno. Vinha com uma capa comprida e grossa que a agasalhava do pescoço até aos pés e que me dava calor só de ver.
A minha filha, ao vê-la, fez-me a seguinte perguta enquanto apontava para a senhora:
"Papá... Princesa ?"
De notar ainda que numa criança de 3 anos o sentido da discrição não existe e por consequência toda a gente ouviu a interjeição. Não sou muito de me atrapalhar com estas coisas mas a verdade é que a pergunta me desarmou. O que é que podia dizer ? Que não ? Que era apenas uma sexagenária com frio ? Pareceu-me cruel. Mais para a anciã passageira do que para a miuda. Deveria dizer que sim ? Achei que não era prudente contribuir para distorcer de tal forma a concepção de nobreza que existe na cabeça de uma menina de 3 anos.
A minha opção ? Fazer-lhe cócegas (à minha filha, não à "princesa"). Costuma ser bastante eficiente para mudar de assunto e é um truque que não se esgota.
Ainda assim esta situação não se compara em constrangimento a uma outra passada num centro comercial. A certa altura um senhor, numa fila de caixa, fazia-lhe caretas "simpáticas e divertidas" (aspas intencionais) em estilo galhofeiro quando a minha filha com o mesmo tipo de atitude de quem quer saber mais me pergunta enquanto aponta para o estranho:
"Papá... Palhaço ?"
No outro dia estávamos os dois sentados no autocarro durante o trajecto escola-casa quando a certa altura entrou uma senhora vestida para os rigores do inverno. Vinha com uma capa comprida e grossa que a agasalhava do pescoço até aos pés e que me dava calor só de ver.
A minha filha, ao vê-la, fez-me a seguinte perguta enquanto apontava para a senhora:
"Papá... Princesa ?"
De notar ainda que numa criança de 3 anos o sentido da discrição não existe e por consequência toda a gente ouviu a interjeição. Não sou muito de me atrapalhar com estas coisas mas a verdade é que a pergunta me desarmou. O que é que podia dizer ? Que não ? Que era apenas uma sexagenária com frio ? Pareceu-me cruel. Mais para a anciã passageira do que para a miuda. Deveria dizer que sim ? Achei que não era prudente contribuir para distorcer de tal forma a concepção de nobreza que existe na cabeça de uma menina de 3 anos.
A minha opção ? Fazer-lhe cócegas (à minha filha, não à "princesa"). Costuma ser bastante eficiente para mudar de assunto e é um truque que não se esgota.
Ainda assim esta situação não se compara em constrangimento a uma outra passada num centro comercial. A certa altura um senhor, numa fila de caixa, fazia-lhe caretas "simpáticas e divertidas" (aspas intencionais) em estilo galhofeiro quando a minha filha com o mesmo tipo de atitude de quem quer saber mais me pergunta enquanto aponta para o estranho:
"Papá... Palhaço ?"
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
kick off !
Este "post" não tem nada de muito interessante. Serve apenas para marcar o início de actividade deste blogue. Não quero com isto criar falsas espectativas quanto ao interesse de futuros "posts". Uma coisa vou tentar: livrar-me do péssimo hábito de escrever "post" entre aspas !
A grande questão que se coloca com a inauguração deste blogue é "PORQUÊ ?" As respostas existem e são várias. Primeiro porque é grátis. Segundo porque gosto de aborrecer as pessoas e por fim porque gosto de ler. Pode parecer algo enigmática a terceira razão mas garanto-vos que é bem simples: Não acredito que este blogue venha a ter leitores para além de mim próprio e tenho um carácter obsessivó-compulsivó-esquizofrénicó-narcisista pelo que vai ser um prazer ler os meus posts.
A grande questão que se coloca com a inauguração deste blogue é "PORQUÊ ?" As respostas existem e são várias. Primeiro porque é grátis. Segundo porque gosto de aborrecer as pessoas e por fim porque gosto de ler. Pode parecer algo enigmática a terceira razão mas garanto-vos que é bem simples: Não acredito que este blogue venha a ter leitores para além de mim próprio e tenho um carácter obsessivó-compulsivó-esquizofrénicó-narcisista pelo que vai ser um prazer ler os meus posts.
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